Disputa pelo governo de MS já tem 4 nomes predefinidos

Como esperado, o governador Reinaldo Azambuja anunciou, no final de semana, que está disposto a ficar mais quatro anos no cargo e que vai atender a convocação do PSDB para disputar as eleições ao comando do Parque dos Poderes em outubro deste ano. Com isso, quatro nomes na disputa estão oficialmente definidos com pré-campanha a todo vapor.

 

A principal novidade como postulante a gerir a administração de Mato Grosso do Sul é Odilon de Oliveira, que durante 2017 negociou sua filiação ao PDT a ser concretizada assim que se aposentasse do cargo de juiz federal. Em novembro, o ex-magistrado oficializou sua entrada no mundo da política tendo como desafio inicial a disputa ao governo.

 

Atualmente, Odilon percorre o interior do Estado implantando núcleos de base eleitorais que vão organizar a campanha do pré-candidato, com a meta de formar pelo menos 700 unidades nos 79 municípios.

 

Em contraste a Odilon, o ex-governador e ex-prefeito de Campo Grande por dois mandatos André Puccinelli anunciou em dezembro seu objetivo de disputar, pela 3ª vez, o principal cargo político de MS pelo MDB. Desde fevereiro, acompanhado da Executiva regional do partido, Puccinelli percorre em comitiva cidades do interior para ouvir a população e montar a plataforma de governo.

 

Apesar de ter pedido espaço nas eleições municipais de 2016, o PT tem pré-candidato próprio para outubro. O ex-prefeito de Mundo Novo Humberto Amaducci é a aposta do partido para retomar os tempos áureos em que comandava o Executivo estadual. Desde dezembro do ano passado, tem percorrido o estado para conversar com os militantes.

 

Relutante em anunciar ser postulante à reeleição, Reinaldo Azambuja deixou para o primeiro encontro regional do PSDB, no último sábado (10), em Ivinhema, o anúncio de que é oficialmente candidato.

 

“Eu não tenho medo de desafio, eu respondo a qualquer chamamento” discursou Reinaldo para uma plateia formada de mil pessoas, entre eles, mais de 30 prefeitos, 150 vereadores, deputados e secretários.

 

No entanto, até dia 7 de outubro há um longo período pela frente e, a cada dia que passa, as articulações políticas se intensificam na formação das alianças e definição dos nomes para vice nas chapas, senadores, deputados estaduais e federais. Nos acordos, candidaturas podem se unir e novos nomes surgirem correndo por fora tentando uma surpresa.

Fonte;Midiamax / Camapuã News /(Foto: Reprodução) /12/03/2018

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