18/10/2021

Aidético que confessou ter estuprado e engravidado garota de 14, é suspeito de mais dois estupros

Eliseu do Carmo Souza, 43 anos, que trabalha como entregador, portador de HIV e preso sob a acusação de ter estuprado uma enteada de 14 anos, e que acabou sendo contaminada pelo vírus da Aids, é suspeito de ter abusado sexualmente de outras duas enteadas, de 10 e 11 anos. A Delegacia Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente (Deddica) espera confirmar as suspeitas em depoimento que deve acontecer ainda neste sábado com o possível estuprador.

Até agora Eliseu do Carmo confessou apenas ter mantido relações sexuais com a garota de 14 anos, que acabou tendo  diagnóstico de Aids, contraída do padrasto. Ela está grávida.

Durante as investigações, os agentes descobriram que os estupros foram cometidos quando a adolescente estava na casa apenas com as duas irmãs. Diante disso, os policiais acreditam que essas duas crianças também tenham sofrido abusos. Ao ser questionado sobre os crimes, o suspeito negou.

“Durante as investigações, a adolescente grávida nos disse que o suspeito aproveitava o momento em que ele ficava com ela e as outras duas crianças para cometer o crime. Não existe denúncia e nem relato de que esses abusos aconteceram, porém o fato de ele ficar sozinho com a vítimas, nos fez levantar essa hipótese.  Estaremos investigando para tentar descobrir se as outras duas crianças também foram estupradas”, disse um policial que não quis se identificar.

As duas crianças serão levadas ao Instituto Médico Legal (IML) para passar por exames de delito. Elas também serão ouvidas pelo núcleo de psicologia da Deddica. Caso for comprovado nos laudos ou em depoimentos das meninas a violência, Elizeu também terá que responder por outros crimes de estupro de vulnerável.

Além da adolescente de 14 anos, a esposa de Elizeu também foi contaminada pelo vírus. Em depoimento prestado ao delegado Francisco Kunze, o entregador disse que sabia que era soropositivo, mas que em nenhum momento contou para as vítimas sobre a sua condição.

“Ele confessou que mantinha relações sexuais com ela há 3 anos e que nunca usou camisinha. Disse que sabia que era soropositivo, mas que nunca contou a adolescente e que parou o tratamento. A questão de que ele sabia sobre a doença pode ser um agravante quando ele estiver cumprindo pena”, disse o agente.

Fonte;

Redação 24 Horas News | 22/12/2018
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