01/12/2021

Forma de mudar o país é ‘respeitar leis’ e Constituição

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, disse neste sábado (27) que a forma de mudar o país é por meio da “defesa das leis” e da “obediência à Constituição”. Em publicação no Twitter, ele também defendeu a família e a propriedade privada.

 

Na véspera da votação, marcada para este domingo (28), o candidato passou a manhã em casa, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Ele recebeu a visita do pastor Silas Malafaia, presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.

 

“A forma de mudarmos o Brasil será através da defesa das leis e da obediência à Constituição, Assim, novamente, ressaltamos que faremos tudo na forma da Lei!”, afirmou na rede social.

 

Ele disse, ainda, que todo cidadão “deve obedecer às leis e cumprir com seus deveres” para “gozar de seus plenos direitos”.

 

Família e propriedade

 

O candidato do PSL também defendeu a família e a propriedade privada. Bolsonaro disse que os bens materias, quando adiquiridos de forma honesta, são propriedade privada e não podem ser “roubados”, “invadidos” ou “expropriados”.

 

“Os frutos de nossas ações afetivas tem um nome: família. Os frutos materiais dessas escolhas, quando gerados de forma honesta em uma economia de livre iniciativa, têm nome: propriedade privada! Seu celular, seu relógio, sua poupança, sua casa, sua moto, seu carro, sua terra são frutos de seu trabalho e de suas escolhas! São sagrados e não podem ser roubados, invadidos ou expropriados!”, afirmou.

 

Bolsonaro também afirmou que as pessoas devem ter “liberdade de fazer suas escolhas e viver com os frutos dessas escolhas”, desde que “não interfiram em aspectos essenciais da vida do próximo”.

 

Nesta semana, depois de encontro com produtores rurais, Bolsonaro criticou invasões de fazendas. Ele disse que o produtor rural quer “segurança jurídica para terra”.

 

“Eles querem uma segurança jurídica para sua terra. Você não pode acordar hoje e de repente tomar conhecimento no jornal que a sua fazenda vai ser demarcada como terra indígena. Você não pode ter sua fazenda invadida e de repente você entra com uma ação de integração de posse e de acordo com lado ideológica daquele governador ele não cumpre a reintegração de posse”, afirmou.

 

O candidato disse, ainda, que, se eleito, as ações do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) serão tipificadas como terrorismo.

 

“No que depender de mim, as ações do MST serão tipificadas como terrorismo. Esse pessoal não pode continuar levando terror ao campo e ficar imune em nome do movimento social”, afirmou.

Fonte;

 

G1 – Brasilia / Camapuã News /27/10/2018