21/10/2021

Mais cinco cidades registram casos de chikungunya em MS

Agora registram casos também as cidades de Nioaque (02), Bonito (02), São Gabriel do Oeste (01), Ladário (01), Camapuã (01). - Crédito: Divulgação

Boletim divulgado nesta quarta-feira (03) pela SES (Secretaria de Estado de Saúde) mostra que os casos de chikungunya aumentaram razoavelmente em Mato Grosso do Sul, no período de um mês. Como mostrado pelo Dourados News, no levantamento de fevereiro, havia apenas um caso da doença. No atual, o registro total é de oito casos confirmados.

O caso isolado havia sido registrado em Aparecida do Taboado, no mês anterior. Agora registram casos também as cidades de Nioaque (02), Bonito (02), São Gabriel do Oeste (01), Ladário (01), Camapuã (01).

Os dados mostram ainda que o Estado registra 43 casos suspeitos da doença, em 18 cidades. A maioria destes está concentrada em Nioaque, 11 no total. Ladário possui 6. Bataguassu e Corumbá tem quatro casos cada. Em Três Lagoas são 3.

As mulheres são a maioria entre os casos suspeitos da doença, representando 71,4% do total, enquanto os homens representam 28,6%.

A doença

A Chikungunya (CHIKV) é transmitida pela picada de fêmeas infectadas de Aedes aegypti. A doença pode evoluir em três fases: febril ou aguda, pós-aguda e crônica.

Conforme a SES, a fase aguda da doença tem duração de 5 a 14 dias. A fase pós-aguda tem um curso de até 3 meses. Se os sintomas persistirem por mais de 3 meses após o início da doença, considera-se instalada a fase crônica. Em mais de 50% dos casos, a artralgia torna-se crônica, podendo persistir por anos.

Alguns pacientes podem apresentar casos atípicos e graves da doença, que podem evoluir para óbito com ou sem outras doenças associadas, sendo considerado óbito por chikungunya.

Fonte:DOURADOSNEWS / GIZELE ALMEIDA

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