24/07/2021

Psicóloga de Caarapó se emociona ao fotografar a ‘superlua de sangue’

“Se valeu a pena? Super valeu a pena acordar de madrugada para contemplar esse espetáculo. Há tempos que eu anseio ver a lua de sangue e finalmente as condições climáticas favoreceram para isso. Foi emocionante. Gratidão Senhor. Cantai e bendizei as maravilhas do Senhor”, foi o que disse a psicóloga de Caarapó Juliana Monteiro após observar o referido fenômeno nas primeiras horas da madrugada da última segunda-feira (21).

 

O fenômeno da superlua foi completamente visível na América do Sul e América do Norte e em partes da Europa e da África

 

O mesmo aconteceu entre às 0h34 e 3h51 (horário de Mato Grosso do Sul) e foi o primeiro eclipse de 2019 e em grande estilo. Dessa vez para acompanhar, não foi preciso nenhum aparelho.

 

A lua foi encoberta pela sombra da terra e ganhou um tom avermelhado, como o que ocorreu em julho de 2018.

 

Superlua de sangue  
Devido à cor e ao tamanho maior do que o habitual da Lua, o fenômeno é chamado popularmente de “superlua de sangue”. É uma “superlua” porque quando o eclipse lunar ocorreu, a Lua estava em sua fase cheia e no ponto de sua órbita mais próximo à Terra, a “apenas” 357.340 km de distância. A coloração laranja-avermelhada, que também foi vista no eclipse de julho do ano passado, se deve à atmosfera terrestre.

 

Quando a luz solar incide na atmosfera, as moléculas de ar dispersam os raios azuis, o que faz o céu parecer dessa cor, e deixam sobretudo raios vermelhos para trás. Estes são refratados para a sombra da Terra.

 

“Podemos ver a luz vermelha durante um eclipse porque ela recai sobre a Lua na sombra da Terra. Este mesmo efeito é o que dá a amanheceres e pores-do-sol uma cor laranja-avermelhada”, diz um texto sobre o fenômeno divulgado no site da Nasa.

 

Com informações do portal Metrópolis)-Fonte:CAARAPONEWS/JOSÉ CARLOS – 23/01/2019

 

 

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